março 31, 2019

Conheça a etiqueta do bem

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"Sem elegância no coração, não há elegância", já dizia Yves Saint Laurent.

Outro dia, lendo na internet, achei um texto que falava sobre etiqueta comportamental e à mesa. Achei aquilo tão demodê, antiquado e ultrapassado que parei pra pensar: a única situação na vida em que eu poderia me dispor para aprender "modos" de etiqueta tradicional, seria em um possível jantar no palácio da Rainha da Inglaterra. Ou seja, provavelmente nunca...

Acredito que ter educação é primordial para qualquer pessoa, é o que de fato nos faz ser elegantes. Mas gastar o tempo e o cérebro aprendendo qual é o garfo certo, a colher correta, cumprimentos adequados... nada disso faz sentido pra mim.
Por isso, comecei esse post com a frase maravilhosa de YSL e continuarei com outras, para inspirar vocês e mostrar que o que importa mesmo é praticar a etiqueta "do bem".

Foto reprodução google/ EXAME- Abril

"À medida que você envelhecer, descobrirá que tem duas mãos - uma para ajudar a si mesmo, e outra para ajudar os outros". AUDREY HEPBURN

"A imperfeição é bela, a loucura é genial e é melhor ser absolutamente ridículo do que absolutamente chato." MARILYN MONROE

"O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça." COCO CHANEL

"Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes." CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

"O conhecimento te dará poder, mas o caráter te dará respeito." BRUCE LEE


Gostaram das frases? Gentileza e bondade nunca saem de moda!
Veja mais no instagram @alissamagalhaes
Beijos!

março 20, 2019

Quem é seu ícone fashion?

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Nosso estilo pessoal é muito particular, diz muito sobre nossa personalidade. Há quem ainda não tenha descoberto seu próprio gosto em relação ao vestuário, então, vim contar a história de como eu me reconheci em mim mesma, há alguns anos! Vai que eu te ajudo e você se inspira, né?

Não nascemos sabendo, então é comum sermos influenciados e inspirados por outras pessoas para sermos melhores (em tudo nessa vida, não só na moda). Um ícone fashion é quem você admira pelo estilo de se vestir.

Minha paixão por filmes, séries e programas de TV está presente desde que me entendo por gente. Nos primeiros anos de adolescência, (e lá se vai mais de uma década), admirei e me identifiquei com o estilo de 3 personalidades - que se tornaram ícones fashion pra mim - para criar o meu próprio.


Blair Waldorf, Audrey Hepburn e Lauren Conrad. Meu estilo tem o dedo das 3.
Blair é uma personagem da série de tv Gossip Girl, Audrey foi uma atriz old-hollywood ganhadora do Oscar e Lauren é uma produtora de moda, autora e empreendedora que já fez parte de reality shows.

Eu me vejo com um estilo feminino clássico, às vezes básico, por vezes mais maduro, de vez em quando mais girlie, mas sempre com elementos sóbrios, neutros e singelos. Blair me ensinou a vestir uma personalidade marcante e patricinha (ou preppy), Audrey me ensinou a ser feminina e moderna e Lauren me ensinou a ser básica e elegante.



Vestidos, saias acinturadas, shorts de alfaiataria, renda, flores, branco, preto, estampas neutras, calça jeans, bolsas handbags, jóias minimalistas, óculos escuros, saltos, sapatilhas e rasteiras fazem parte de quem eu sou hoje, do que quero mostrar ao mundo. Por outro lado, mesmo influenciada por elementos presentes nas 3, também criei meus próprios desdobramentos de estilo.

Você pode se inspirar em quem quiser, não precisam ser pessoas "reais" e nem precisam ser pessoas parecidas. No meu caso, meus 3 ícones fashion tem uma certa coesão (por serem estilos mais clássicos), mas existem diferentes identidades em cada um, afinal, somos todos diferentes!



Você já descobriu seu estilo, suas inspirações? Já sabe o que quer passar para o mundo por meio do que veste? Eu me deixei ser inspirada e me identifico totalmente com minhas escolhas de moda. 

Não esqueça, a moda é democrática! Você não precisa ser uma coisa só. Seja você mesmo!

Beijos!

março 17, 2019

Você pratica a beleza inteligente?

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Você já se comparou com alguém por causa de uma foto ou vídeo no Instagram? Já ficou pra baixo por causa de uma vida que gostaria que fosse a sua? Já se sentiu mal, inconformado ou insatisfeito com você mesmo porque viu alguma coisa nas redes sociais?

Se respondeu sim, você não é o único.

Nesse mundo virtual em que estamos inseridos, é comum nos perdermos de nós mesmos e entrarmos em uma bolha de comparações sem fim. A vida no Instagram parece ser mais importante do que a vida fora dele. As pessoas, agora acreditam que tem que construir uma realidade "perfeita" para mostrar aos outros pela tela do celular. Tempos estranhos, né?

Eu não sou nenhuma especialista em psicologia ou em comportamento humano, mas serei especialista em mídias sociais em poucos meses, portanto, esse assunto me interessa bastante. Refleti, li, pesquisei, vivi, e hoje trouxe um pensamento sobre esses assuntos que precisam ser debatidos para a preservação de nossa saúde mental nas redes. 



A inteligência emocional é uma aliada essencial quando falamos de beleza inteligente.

Mas, como assim, beleza inteligente?

Tudo começa com a autoestima, o auto-amor, a maturidade. Quando a gente se admira (por dentro e por fora), praticamos o autoconhecimento, respeitamos nossos próprios limites e amadurecemos nossas questões emocionais por meio da racionalidade, a vida do outro perde a importância.

Porque devemos nos incomodar ou ficarmos tristes por algo que não é nosso? Devemos admirar o outro, aprender, ensinar... mas invejar, despejar negatividade, gastar energia com o impossível... aí já é demais, né?

Sejamos mais inteligentes! O que funciona pra mim, pode não funcionar pra você, e vice-versa; e eu estou falando de uma maquiagem, um produto, um cosmético ou até mesmo uma atitude, um acerto, um erro, uma escolha. Vamos valorizar o que de fato importa. Nossa saúde, bem estar, nossas relações interpessoais. 
Quando estamos bem com quem somos, com o que fazemos e com o que queremos, o resto é só o resto!

Entenda e potencialize seus pontos fortes. Trabalhe os fracos. Aceite seus defeitos, esbanje suas qualidades. É tão fácil cair na autosabotagem... mas pra quê ela serve mesmo?
Cuide de você! Não há nada mais precioso que nossa própria paz. Ninguém pode ter o poder de tirá-la de nós.



março 14, 2019

Aprenda a montar 2 looks diferentes utilizando a mesma peça

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Existe uma dúvida muito comum entre as pessoas sobre montagem de looks. Sempre me perguntam como repetir uma mesma peça para compor produções diferentes.
Por isso, hoje apresento 4 peças iguais e 8 looks diferentes que criei para vocês se inspirarem!

01. Calça Flare Branca
É uma peça elegante e com personalidade, que nos permite ir para vários caminhos diferentes.


No look da esquerda, escolhi uma bata azul e branca listrada, ombro a ombro com mangas leves. Essa proposta é mais casual, dá para sair para almoçar, ir no shopping, resolver compromissos, etc. Look bem dia a dia mesmo!

Para o look da direita, escolhi uma blusa preta floral e finalizei com um blazer preto, isso fez com que o look se repaginasse para o ambiente laboral. É descontraído o suficiente, mas tem a seriedade que uma roupa de trabalho pede.

02. Blusa ciganinha nude
Uma peça moderna, ideal para as estações mais frescas


No look da esquerda, escolhi uma calça jeans off-white, sandália plataforma e uma handbag para ir à aula da pós-graduação. É um look casual, mas a calça quebra um pouco a informalidade da blusa, que passa a ter um efeito mais elegante.

No look da direita, escolhi uma saia rodada bem verão e finalizei com uma rasteira e bolsa tira-colo. Foi um look para turistar, mais menininha, girlie e específico para uma ocasião. Nesse caso, a blusa ficou bem contemporânea, jovial.

03. Casaco branco
Uma peça indispensável, completamente versátil


No look da esquerda, escolhi meu casaco que tem uma modelagem super elegante, para montar um combo básico e super feminino: branco + calça jeans. Para dar um up à produção, coloquei um modelo de calça Boot Cut que alonga a silhueta, uma bolsa mais chic e uma sandália anabela. Fui para uma reunião de trabalho com esse look.

Já o look da direita é despojado e confortável, ideal para viajar. Escolhi uma calça skinny, um tênis branco, blusa preta, cinto para dar o ar da casualidade e uma bolsa pink, bem jovem e feminina para dar o toque de cor. 

04. Short preto de alfaiataria
Must-have total, o chic que combina com tudo


No look da esquerda, montei uma produção all black, com uma blusa de tecido fino e finalizei com uma plataforma e bolsa de corrente. Foi um look para um compromisso do blog.

Já para o look da direita, escolhi um body branco de renda, uma rasteira e uma bolsa mais casual. Foi um look para um lanche de domingo com as amigas.


Perceberam que são os detalhes que mudam totalmente um look?
Investir em acessórios diferentes como sapatos, bolsas, cintos... até mesmo bijus ou jóias, maquiagem. Tudo isso faz diferença na hora de criar um look! O que temos que ter em mente é a ocasião para onde vamos com aquele look e o que queremos mostrar com ele.

Como gosto de dizer, a moda é democrática! É para todos.

Mais dicas de consultoria de imagem no instagram @alissamagalhaes
Beijos!


março 11, 2019

Roupa é identidade

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Já escutei de muita gente que moda é futilidade. Que demorar horas para escolher uma roupa é perda de tempo e que conversar sobre estilos é coisa de gente que não tem o que fazer.

Sério mesmo?

Venho numa maré de desconstrução faz tempo. Com muita leitura em livros, blogs e sites de moda, me despi de preconceitos em relação aos estilos que não eram parecidos com o meu. Cada um tem uma história diferente e quer transmitir uma vivência diferente. Isso é lindo!

Moda é identidade. Você se veste de tal jeito para comunicar aos outros e a você mesmo alguma coisa. Quem você é, o que quer, seu lugar no universo. Até a pessoa “menos estilosa” tem sua maneira básica de se mostrar ao mundo.

Reprodução Google/ Ahmigas blogspot

Eu busco transmitir leveza, fofura, romantismo, seriedade, confiança. Tudo junto ou às vezes separado, a depender do humor do dia. Quando você se sente bem em uma roupa, se sente você mesmo, parece que não existe problema na vida, né?

A sensação de gostar de se arrumar, de achar em uma vitrine aquela peça que é sua cara e que você vai amar repetir por aí, simplesmente não tem preço! E não importa o que você queira passar por meio do que veste, desde que isso faça sentido para você, tá tudo certo.

O papo "seja você mesmo" nunca foi tão real como é hoje. Nossas particularidades nos definem e nos diferem, ser único é acrescentar novas facetas na sociedade em que vivemos. A moda, uma grande forma de arte, é ferramenta essencial para nos ajudar nessa empreitada.

Vamos descontruir mais pensamentos por aí? A moda é democrática, é para todos.

Beijos!
@alissamagalhaes

março 06, 2019

Existe roupa ideal?

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Será que existe roupa ideal?

Peraí... é claro que a gente não vai para um casamento de short jeans, para uma formatura de havaianas e muito menos para o trabalho de biquíni, mas o papo aqui é outro.
Existem roupas e ocasiões e até aí tudo bem. Mas, existe roupa ruim? Roupa feia? Ou pelo menos esquisita, vai... O que pensar sobre essas questões?

Eu sempre fui muito de julgar os outros pela roupa, apenas por não me identificar com determinados estilos. Me demorou um pouco a realizar que cada um tem o seu próprio, e que eu não tenho nada a ver com isso. Roupa é identidade e personalidade, mas esse é o assunto do próximo post.

Sempre gostei de composições mais clássicas, tons pastéis, estilo mais feminino, estampas neutras e a verdade é que essa realidade não me faz mais ou menos estilosa que ninguém. É ou não é? A autocrítica anda reinando por aqui.

Reprodução Google em Pesquisa por "Roupas extravagantes"


Por vezes, e a cada dia mais, vemos muitas pessoas, em seus street styles específicos e isso pode nos parecer estranho, na primeira impressão, afinal somos humanos e temos nosso tempo para aprender que o mundo não só muda, como evolui.

Quando visitei a Argentina no fim de 2018 fiquei chocada com um tipo “esquisito”, na minha concepção, de sandália plataforma que muitas mulheres e meninas estavam usando, porque era (e é) totalmente diferente da minha ideia de bonito. Julguei horrores. Mas depois pensei: Será que é confortável? Será que aqui é tendência? Será que é para consertar o próprio andar?

Existem motivos e variáveis para as pessoas escolherem o que vestir e serem como são, e essa é a graça de viver, aprendendo, admirando e até se afastando do que não te diz muita coisa. A lição que fica é o respeito. Julgar para quê, afinal? Não estamos na pele do outro. Se pararmos para refletir, é irreal querermos que os outros sejam como nós, no estilo de vida e em tudo o mais. Já pensou nisso?

@alissamagalhaes