Existe roupa ideal?

Será que existe roupa ideal?

Peraí... é claro que a gente não vai para um casamento de short jeans, para uma formatura de havaianas e muito menos para o trabalho de biquíni, mas o papo aqui é outro.
Existem roupas e ocasiões e até aí tudo bem. Mas, existe roupa ruim? Roupa feia? Ou pelo menos esquisita, vai... O que pensar sobre essas questões?

Eu sempre fui muito de julgar os outros pela roupa, apenas por não me identificar com determinados estilos. Me demorou um pouco a realizar que cada um tem o seu próprio, e que eu não tenho nada a ver com isso. Roupa é identidade e personalidade, mas esse é o assunto do próximo post.

Sempre gostei de composições mais clássicas, tons pastéis, estilo mais feminino, estampas neutras e a verdade é que essa realidade não me faz mais ou menos estilosa que ninguém. É ou não é? A autocrítica anda reinando por aqui.

Reprodução Google em Pesquisa por "Roupas extravagantes"


Por vezes, e a cada dia mais, vemos muitas pessoas, em seus street styles específicos e isso pode nos parecer estranho, na primeira impressão, afinal somos humanos e temos nosso tempo para aprender que o mundo não só muda, como evolui.

Quando visitei a Argentina no fim de 2018 fiquei chocada com um tipo “esquisito”, na minha concepção, de sandália plataforma que muitas mulheres e meninas estavam usando, porque era (e é) totalmente diferente da minha ideia de bonito. Julguei horrores. Mas depois pensei: Será que é confortável? Será que aqui é tendência? Será que é para consertar o próprio andar?

Existem motivos e variáveis para as pessoas escolherem o que vestir e serem como são, e essa é a graça de viver, aprendendo, admirando e até se afastando do que não te diz muita coisa. A lição que fica é o respeito. Julgar para quê, afinal? Não estamos na pele do outro. Se pararmos para refletir, é irreal querermos que os outros sejam como nós, no estilo de vida e em tudo o mais. Já pensou nisso?

@alissamagalhaes

2 comentários:

  1. Verdade! Temos realmente o costume de julgar pela aparência. Mas gosto é gosto. Aprendi a gostar e a ver as pessoas como elas são por dentro e não por fora.

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    1. Isso aí! Dessa forma evoluímos e vivemos melhor. Super beijo!

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