outubro 30, 2019

Looks inspiração: peças básicas, clássicas e tendências

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Chegou o final de mais um mês, então vocês já sabem que é hora de revisitar os melhores looks!

Separei 15 produções casuais para inspiração.  Nesse mês abusei do jeans, da T-shirt branca e de modelagens de estilo mais retrô como a Mom


1 - Um look cinza não precisa ser sem graça, né? Compus a blusinha de malha com a saia rodada de renda!
2 - Look trabalho e happy hour. Body preto com decote em U e calça pantacourt verde-militar. Super chic!
3 - Look básico com graça, inspirado nos anos 90! Amo a elegância da t-shirt branca básica com a calça jeans azul na modelagem Mom.


1- Looks all jeans é só amor! A camisa com botões combina com a calça flare. A dica para compor duas peças jeans é misturar tons que se complementem e investir em modelagens valorizadoras que alongam a silhueta e em truques se styling, com amarrações.
2 - Look sábado à noite: cropped com mangas flare preto e saia jeans azul básica! Os detalhes ficam na make e nos acessórios.
3 - Look romântico: t-shirt preta básica com saia floral sempre dá certo!


1 - Blusa ombro a ombro vintage com botões e calça skinny: definição de conforto para trabalhar!
2 - Preto e vermelho nunca falham! Amo o efeito da calça flare jeans preta com o maxi cardigan preto.
3 - A blusinha preta de gola mais justa super combinou com meu amado jeans mom!


1 - Look de sexta-feira tem que ser assim, né? Um bom vestido valorizador. Amo esse tom de rosa-uva!
2 - Look hi-lo: t-shirt branca básica com a saia floral plissada é super fofo!
3 - Mais um look com o jeans mom que é um vício: blusa com uma alça preta colada. Valoriza super!


1- Short jeans Mom também fica uma graça! Produção básica com a blusa branca.
2 - Amo me vestir de all black. O cinto marrom dá uma quebrada na produção!
3 - Blazer nude é uma opção perfeita para ficar elegante no dia a dia. Mais uma vez a calça mom é a protagonista!

Curtiram os looks de outubro?
Teremos muito mais novidades em novembro, fiquem ligados!
Mil beijos!

outubro 26, 2019

Anticoncepcional e bem estar: é possível?

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Anticoncepcionais fazem parte da minha vida desde os meus 12 anos. Nessa idade, fui diagnosticada com a famosa SOP (síndrome do ovário policístico) e, por isso, precisei iniciar o tratamento com o anticoncepcional para camuflar os principais sintomas: muita acne, pelos desordenados, menstruação irregular, etc e tal.

Ao longo de - literalmente - metade da minha vida, fui acompanhada por médicos, endocrinologistas e ginecologistas para entender o desenvolvimento dessa condição que é tão comum entre as mulheres e a partir disso ir tomando as decisões certas em relação ao meu organismo.

Aos 12 tomava o Harmonet, fiquei alguns anos com ele, mas desenvolvi uma veia atrás da coxa. Por causa do risco de trombose, parei e aos 14 comecei o Mínima. Fiquei com ele até os 17 anos quando o efeito rebote começou, as espinhas começaram a aparecer com muita intensidade. A partir dos meus 17 e até hoje aos 24 anos, faço uso do Yaz, que foi a melhor escolha para mim, até então.

Todo mundo sabe os riscos e benefícios que o anticoncepcional traz. O importante é salientar que cada caso é um caso! O que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. O essencial é que o acompanhamento médico continue para que as melhores decisões sejam tomadas.

Reprodução Google
Curiosa que sou, no início deste ano, resolvi fazer um teste. Fui na minha ginecologista e falei sobre a possibilidade de parar o uso do anticoncepcional por alguns meses para ver como meu corpo respondia, afinal, depois de tantos anos, quem sabe a SOP tinha estagnado ou melhorado?

A médica me disse que tudo bem e me passou a requisição dos exames que precisariam ser feitos depois de 3 meses sem tomar o remédio, para ver como estavam minhas taxas hormonais.

E lá fui eu. No primeiro mês sem usar, tudo ótimo! Menstruei normal, rosto sem espinhas, estava mais ativa, malhando mais, mais disposta, sem as dores de cabeça comuns do uso do anticoncepcional. No segundo mês, alerta amarelo. Não menstruei, comecei a ficar com muitas espinhas na testa, no colo e nos braços e a autoestima começou a dar sinais vermelhos.

Eu só precisava de mais um mês para fazer os exames e constatar o que na minha cabeça já estava claro: a SOP continuava bem presente no meu corpo, infelizmente.

Não consegui ceder à pressão que a acne e outros fatores estavam me causando, como odores na região íntima, e por isso, depois de 76 dias sem tomar o Yaz, voltei.

A volta foi tranquila. No primeira cartela ainda estava com espinhas, mas para minha surpresa, minha disposição continuava e os odores foram embora, o corpo começava a se reequilibrar hormonalmente de novo. 

Hoje, já estou na quarta cartela da volta e continuo super ativa, felizmente minha menstruação enfraqueceu e eu sinto pouquíssimas cólicas, antes sofria muito de dores de cólica! A acne já diminuiu consideravelmente e eu sigo uma vida com muito mais bem-estar, sem dores de cabeça ou no corpo. Ou seja, com os ônus e bônus, parar e voltar de tomar me fez bem!

Muitos médicos dizem que o melhor tratamento para a síndrome do ovário policístico é mudança de estilo de vida: fazer exercícios físicos, comer balanceadamente. Eu, particularmente, me considero vivendo uma vida bastante equilibrada, malho regularmente, como bem. O anticoncepcional ainda é a melhor escolha pra mim, mas tudo pode mudar ao longo dos anos e é bem provável que eu precise tomar novas decisões.

*Este post é um relato pessoal. Procure um médico para avaliar a melhor opção para o seu caso.

Beijos e até a próxima!
outubro 20, 2019

INOAR Nutrição, Macadâmia Oil - Review Shampoo e Condicionador

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Hoje é dia de resenha de produto novo por aqui!

Nas minhas andanças por lojas de cosméticos, vi uma promoção que me chamou muito a atenção. Shampoo e Condicionador de nutrição da INOAR. Primeiro, sempre tive vontade de experimentar essa marca. Segundo, meu cabelo ama produtos que têm como objetivo a nutrição dos fios.

Dito isso, fiquei super disposta em pagar R$12,90 em cada produto para fazer o teste!


Detalhes sobre produtos de nutrição

Falei em um post de algumas semanas atrás sobre cronograma capilar, para explicar que a nutrição é parte fundamental para o tratamento dos cabelos.

A linha Macadâmia Oil da INOAR traz elementos em sua composição que deixam os fios mais fortes, sedosos, sem frizz, com brilho e movimento. 

Óleo de Macadâmia, Óleo de Argan e Aloe Vera juntos são potências para nutrir qualquer tipo de cabelo! O aloe vera (famosa planta babosa) previne a queda dos fios, o óleo de argan é pouco gorduroso e funciona até em cabelos oleosos trazendo maciez e balanço e o óleo de macadâmia diminui o frizz e impede que pontas duplas se formem e que os fios quebrem.

Portanto, a nutrição auxilia contra o ressecamento dos cabelos, repondo com os óleos as camadas de lipídios que perdemos em nossos fios no dia a dia. 


Como saber se preciso nutrir meus fios?

Todo cabelo precisa de cuidados contra o frizz, ressecamento, queda, quebra e pontas duplas. Em alguns tipos de fios esse cuidado precisa ser maior. Quem tem cabelo oleoso também precisa tomar cuidado com a periodicidade do uso de produtos de nutrição, porém essa linha da INOAR é destinada para qualquer tipo de cabelo, com moderação, claro!

Eu particularmente amo o efeito de produtos de nutrição nos meus fios, é a parte do cronograma que mais gosto e mais faço, porque dá certo pra mim! Então, vale salientar que testes sempre terão que ser feitos até você adquirir um maior conhecimento sobre o que funciona para a sua fibra capilar.



Nas fotos acima o resultado dos produtos no meu cabelo no dia da lavagem e um dia após, com o uso do secador, sem fazer escova. Percebam a maciez, brilho e alinhamento dos fios, tudo isso sem hidratação, só shampoo e condicionador mesmo!

O cheiro é uma delícia, meu cabelo ficou com aspecto de limpo por mais de 48 horas e com aquele efeito de super hidratado.

Fazia tempo que eu não me surpreendia tanto com uma dupla de shampoo e condicionador, principalmente pelo fator custo-benefício.

Aprovadíssimo! A linha cumpre o que promete.
Nota 10/10.

*esse post traz dicas, não publicidade.

Até a próxima,
Beijos nutridos!

outubro 13, 2019

Impressões depois de assistir o Coringa sozinha no cinema - SEM SPOILERS

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Nunca fui fã de filmes de super heróis, DC, Marvel, etc e tal. Tive um ex-namorado nerd o suficiente para me influenciar, sem sucesso. Tive várias oportunidades de entrar nesse mundo, sem sucesso.

Até o belo dia em que assisti "10 coisas que eu odeio em você", me apaixonei por Heath Ledger e cheguei até Batman: O Cavaleiro das Trevas. Pude testemunhar a justiça feita para a sensacional atuação do Coringa com a risada mais fabulosa de todas: Um merecido Oscar póstumo de melhor ator coadjuvante para Ledger. De fato, era um ator surreal.

Anos depois, me deparo com o trailer do Coringa, filme de 2019, estrelado por Joaquin Phoenix. Na hora fiquei instigada e louca para assistir. Minha intuição me dizia que algo grande estava por vir.

O filme estreou no último dia 3 de outubro. No dia seguinte, dia 4, lá estava eu, sozinha, numa sala de cinema, pronta para mergulhar em uma série de sensações antagônicas e aterrorizantes.

Foto Reprodução/Divulgação Rolling Stone UOL
Decidi assistir sozinha, pois algo me dizia que eu precisaria refletir muito, e pra isso, precisava estar totalmente concentrada.

Dito e certo.

O filme é uma ficção poderosa que impacta através dos sentimentos. Entre a construção de um personagem baseado na realidade, o comportamento da sociedade frente ao distúrbio da mente, personalidade humana difícil e cenários psicológicos e psiquiátricos intensos, temos um dos melhores filmes em termos de reflexão deste fim de década.

A primeira lembrança que o Coringa me trouxe foi o misto de sensações que tive quando assisti Laranja Mecânica. Raiva, pena, nojo, temor, medo, receio, ansiedade, curiosidade, angústia, admiração. As inseguranças e as vertentes da mente de uma pessoa que sofre a todo tempo são coisas que não podem ser ignoradas ou tratadas com indiferença.

A maior lição que me foi dada foi exatamente uma frase dita no filme, mais ou menos assim: "A sociedade quer que o doente mental se comporte como se não tivesse nenhuma doença". A sociedade age dessa forma, mas continua tratando o doente como um ser inferior, aquém de qualquer respeito e dignidade. Foi aí que a dor chegou em mim.

Quando saí do cinema não tinha certeza se tinha gostado do filme. Foi tudo muito denso, muito intenso. Tinha certeza que tinha babado na atuação de Joaquin Phoenix, nos temas que o filme propôs, mas o roteiro em si era muita ficção pro meu gosto. 

Até que parei pra refletir. Precisei de dois ou três dias para entender que não era um filme sobre um anti-herói e sim um filme sobre a mente humana. E aí tive mais um estalo: QUE FILME. Daqueles que você não vê sempre. Mais que entretenimento, uma experiência.

Que venha o Oscar de Melhor Ator.

outubro 05, 2019

Fast Fashion: Coisa do passado?

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Quem é ligado em moda já sabe que a Forever 21 entrou com pedido de falência e vai fechar mais de 150 lojas ao redor do mundo. 

Essa notícia pegou muita gente de surpresa, porém se a gente analisar o modo de consumo que o mundo está vivendo agora, conseguimos entender melhor os motivos dessas mudanças!

O poder das lojas de fast fashion

O conceito de fast fashion sempre me agradou, pois representa muito a vertente democrática da moda. Peças a custo baixo, inspiradas nas grandes coleções de grifes e estilistas conceituados, com qualidade inferior de fábrica, porém ainda digna de consumo: Na minha cabeça, não existe nada melhor que isso!

A produção em massa de peças de todos os tipos, para todos os estilos, versatilidade nas araras, rotatividade imensa, tudo isso parece ser a receita do sucesso eterno, né? E foi dessa forma durante muito tempo. Mas, assim como tudo na vida, a economia muda e o comportamento do consumidor corre junto com essas transformações.

Forever 21 de Miami. Foto: Flickr

Quais são as principais transformações no mercado da moda?

O consumo consciente, o slow fashion junto ao slow beauty, a oposição ao trabalho escravo que é comum em fábricas têxteis, a ideia de comprar roupas únicas que só você vai poder ter, a afirmação de identidade e sustentabilidade são as principais causas da decadência de lojas como a americana Forever 21.

Os brechós estão cada vez mais fortes e a ideia de se vestir com personalidade e não surfar na onda do que a maioria faz veio forte na geração Z e dos Millenials, que precisam contar uma história por meio de suas vivências e experiências. A efemeridade das lojas de departamento já não é tão atraente assim.

Alguns economistas ainda afirmam que além da mudança no comportamento das pessoas, existe a mudança para a economia digital. Outras fast fashion fortes no mundo como a Zara (da Espanha) e a H&M (da Suécia) também entraram na briga com a Forever 21 para buscar melhores pontos de venda, mas não se atentaram que a verdadeira concorrência era o e-commerce, mais forte a cada dia.

A ideia de ter o armário cheio de peças que muitas vezes você esquece que tem e não veste, de pagar mais barato e ter uma roupa que outras pessoas vão ter igual e de estar ligado ao consumo descartável das massas são coisas do passado. Ou será que estamos discutindo mais um acontecimento transitório na sociedade?

A moda é cíclica e as gerações se antagonizam. Será que essa realidade atual vai perdurar? Qual será o futuro do consumo de moda no mundo?

Deixo vocês com a reflexão dessas perguntas.
Até breve com mais informações!

Beijos